Descobertas recentes sobre as plantas que podem ser consideradas alternativas e complementares à produção de etanol de segunda geração, obtido a partir da biomassa, foram relatadas durante o Simpósio Japão -Brasil sobre Colaboração Científica.
Descobertas recentes sobre as plantas que podem ser consideradas alternativas e complementares à produção de etanol de segunda geração, obtido a partir da biomassa, foram relatadas durante o Simpósio Japão -Brasil sobre Colaboração Científica.
Introdução - Desde a Crise do Petróleo de 1973, o IPT tem desenvolvido projetos de P&D&I visando à viabilização do uso de fontes energéticas alternativas, especialmente a conversão de combustíveis sólidos em gás. Em biomassa, um dos focos principais do Instituto, a gaseificação é vista como uma ferramenta de mitigação da emissão de gases de efeito estufa, principalmente CO2.
É do vapor do eucalipto que a petroquímica multinacional Dow pretende reduzir em até 43% o custo da energia do complexo fabril em Aratu, no município de Candeias (BA). Em parceria com a Energias Renováveis do Brasil (ERB), a empresa está em fase final de instalação de uma planta que viabilizará a geração de energia por meio do vapor de eucalipto. “Trata-se de um projeto pioneiro no mundo de produção de vapor via biomassa”, diz Claudia Schaeffer, diretora de Energia e Mudanças Climáticas na Dow América Latina.