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	<title>ENGENHARIA EM SOLUÇÕES &#187; inovação</title>
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	<description>Sustentabilidade e inovação é o nosso foco.</description>
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		<title>Tecnologia brasileira aumenta prazo de validade de alimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 16:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nubson Lyrio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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		<description><![CDATA[A Nanox obteve o registro da Food and Drug Administration (FDA), agência regulamentadora de alimentos e fármacos dos Estados Unidos, para comercializar materiais bactericidas para aplicação em embalagens plásticas de alimentos. A empresa foi criada a partir de um grupo de pesquisa do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDC) – um Centro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Nanox obteve o registro da Food and Drug Administration (FDA), agência regulamentadora de alimentos e fármacos dos Estados Unidos, para comercializar materiais bactericidas para aplicação em embalagens plásticas de alimentos. A empresa foi criada a partir de um grupo de pesquisa do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDC) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;"><span id="more-10541"></span>A empresa também foi contemplada, pela segunda vez, pelo programa Global Entrepreneurship Lab (G-LAB), da Escola de Administração do Massachusetts Institute of Technology (MIT Sloan). Desde setembro recebe consultoria de estudantes da instituição no desenvolvimento de um plano de negócios para preparar sua entrada no concorrido mercado norte-americano. Em janeiro, uma equipe de estudantes do programa visitou a sede da empresa, em São Carlos, no interior de São Paulo, para concluir o trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">Com o plano de negócios em mãos, a Nanox pretende abrir uma subsidiária nos Estados Unidos e atrair investidores para auxiliá-la a montar a operação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">“Nós já conversamos com representantes de alguns fundos de investimento no Vale do Silício para ajudar a desenvolver toda a parte estrutural da subsidiária que pretendemos abrir nos Estados Unidos”, disse Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox, à Agência FAPESP.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">De acordo com o pesquisador, o material bactericida que pretendem comercializar nos Estados Unidos é a mais recente aplicação de uma linha de antimicrobianos inorgânicos – batizada de “NanoxClean” – que começaram a desenvolver em 2005.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">Por meio de um projeto apoiado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa (PIPE), a empresa, que na época tinha o nome Science Solution, começou a produzir inicialmente partículas nanoestruturadas (em escala na bilionésima parte do metro) à base de prata, com propriedades bactericidas, antimicrobianas e autoesterilizantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">O material foi aplicado na superfície de metais – em instrumentos médicos e odontológicos, como pinças, bisturis e brocas – em secadores de cabelo, purificadores de água, tintas, resinas e cerâmicas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">A partir de 2007, passaram a estender a aplicação do produto para plásticos usados para embalar e conservar alimentos, com certificação obtida da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2012 para essa finalidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">“A tecnologia que desenvolvemos para colocar prata em uma matriz cerâmica e, depois, adicionar esse material a um polímero, também resultou no depósito de algumas patentes no Brasil e nos Estados Unidos”, contou Simões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;"><strong>Aumento da vida útil</strong> - </span><span style="font-size: 13px;">Segundo Simões, as embalagens plásticas com os antimicrobianos inorgânicos desenvolvidos por eles aumentam o prazo de validade de alimentos acondicionados com o material. Dessa forma, o produto pode ser consumido por muito mais tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">“Um produto que durava seis meses, por exemplo, se armazenado em uma embalagem com o material bactericida, passa a durar de oito meses a um ano”, comparou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">O material, segundo Simões, pode ser aplicado em qualquer tipo de plástico de alimento – de sacos de supermercados a plásticos mais rígidos, como potes de margarina – com um aumento de custo muito baixo em relação ao polímero convencional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">Para iniciar a comercialização do produto nos Estados Unidos, a Nanox realiza atualmente testes com cinco potenciais clientes – entre eles uma grande rede de supermercados e um fabricante de embalagens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">A empresa é a única fabricante do produto no Brasil. No mercado internacional, no entanto, enfrenta a concorrência de indústrias japonesas, que desenvolveram inicialmente a tecnologia, além de alemãs, que dominam a fabricação de produtos à base de prata.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">A Nanox, contudo, desenvolveu uma tecnologia própria que utiliza entre 10 a 15 vezes menos prata do que seus concorrentes, ao mesmo tempo em que mantém a transparência do plástico – atributo considerado fundamental para o produto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;"><strong>Ampliação de mercado</strong> - </span><span style="font-size: 13px;">A Nanox pretende obter a certificação do produto nos Estados Unidos para outras aplicações, como, por exemplo, em saúde. O processo de registro de um produto na área de saúde junto ao FDA, no entanto, é mais demorado e complexo do que em aplicações em alimentos, exigindo a realização de estudos clínicos para garantir a segurança dos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">“Nossa previsão é de comercializar o produto para embalagens alimentícias no mercado norte-americano entre três e cinco anos e, depois disso, obtermos certificações para aplicação em cateteres e equipamentos de ultrassom, por exemplo”, disse Simões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">A Nanox já exporta para o México e a Itália e começou a ingressar no mercado chinês. De modo a conseguir manter seu plano de expansão e crescimento, por meio de um projeto PAPPE/PIPE fase 3, a empresa começou a aumentar nos últimos anos sua escala de produção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">A meta da empresa é aumentar dez vezes a escala de produção de partículas antimicrobianas nanoestruturadas, saltando dos atuais 10 quilos para 100 quilos por dia. “Estamos testando diversas metodologias para aumentar nossa escala de produção”, disse Simões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em style="text-align: left; font-size: 13px;">(Fonte: <span style="font-size: 13px;">Agência FAPESP / </span><span style="font-size: 13px;">Por Elton Alisson)</span></em></p>
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		<title>Eficiência em setor cimenteiro</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 17:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nubson Lyrio</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com objetivo de aperfeiçoar a obtenção de clínquer de cimento a partir de resíduos industriais, o pesquisador Fabiano Ferreira Chotoli, do Laboratório de Materiais de Construção Civil, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), esteve em Portugal e Espanha, desde o mês de abril até dezembro de 2012, por meio do Programa de Desenvolvimento e Capacitação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com objetivo de aperfeiçoar a obtenção de clínquer de cimento a partir de resíduos industriais, o pesquisador Fabiano Ferreira Chotoli, do Laboratório de Materiais de Construção Civil, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), esteve em Portugal e Espanha, desde o mês de abril até dezembro de 2012, por meio do Programa de Desenvolvimento e Capacitação no Exterior (PDCE).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;"><span id="more-10477"></span>Chotoli ficou em treinamento na Universidade de Aveiro (Portugal) para interagir com grupo de pesquisa na área de cerâmica e vidro, que tem trabalhado com produção de cimentos Portland e especiais, e cimento sulfoaluminoso. Esteve também na Universidade de Málaga (Espanha), para conhecer novos laboratórios e obter conhecimento especifico em interpretação de ensaios de difração de raios X em cimentos especiais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">Foco de seu estudo, o clínquer, é o principal constituinte na fabricação de cimento, e utiliza diversos recursos naturais para sua obtenção, tais como calcário, argila, minérios de ferro, bauxita e gipsita. O grande desafio do pesquisador no exterior foi aperfeiçoar as técnicas de preparação de clínquer em escala de laboratório, incluindo cálculo e previsão teórica para dosagem das matérias primas, mistura e homogeneização, calcinação e verificação da composição mineralógica obtida no final do processo, por meio de difração de raios X.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">O treinamento também teve como foco substituir parte dos minerais naturais, tradicionalmente utilizados, por resíduos industriais, contribuindo com questões ambientais, energéticas e econômicas. “A qualidade dos clínqueres que utiliza resíduos industriais é quase a mesma&#8221;, afirma Chotoli, que tem a intenção de dar continuidade do estudo no IPT, por meio de projetos internos, de fomento ou parceria com clientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">Ele explica que o meio ambiente é poupado quando os recursos naturais são substituídos por resíduos industriais, além de reaproveitar esses resíduos e evitar que sejam descartados em aterros. “Alguns dos materiais residuais têm propriedades que funcionam como mineralizante no procedimento de fabricação do cimento, podendo abaixar a temperatura do forno e diminuir o consumo de combustível, trazendo benefícios econômicos e também ambientais, além da redução da emissão de gás carbônico (CO2) para a atmosfera”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;">Com os conhecimentos adquiridos dentro do setor cimenteiro, Chotoli também realizou aplicações em cimentos especiais, que segundo ele, o Brasil tem grande potencial de consumir. O cimento sulfoaluminoso, por exemplo, tem sido utilizado em outros países desde a década de 70 e tem sido produzido a partir de resíduos contendo elevados teores de enxofre.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Para Chotoli, a experiência proporcionada pelo PDCE contribuiu ainda mais com suas atividades dentro do laboratório. Ele elogia a estrutura física e administrativa do Instituto comparado com outros internacionais visitado por ele. “O IPT tem o diferencial da multidisciplinaridade com uma dinâmica maior que em outros lugares”, declara. O pesquisador conta que essa foi uma oportunidade profissional e pessoal enriquecedora em sua vida, já que pôde aprimorar outra língua e conhecer mais sobre a cultura do país, enquanto estudava tecnologias disponíveis em sua área de atuação.</p>
<p style="text-align: left;"><em>(Fonte: IPT Instituto de Pesquisas Tecnológicas)</em></p>
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		<title>Fluidos de árvores se transformam em plástico biodegradável e podem substituir petróleo</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 17:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nubson Lyrio</dc:creator>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Carolina do Sul, descobriu que é possível produzir plástico biodegradável a partir de líquidos extraídos das árvores. O plástico alternativo tem características parecidas com a versão convencional e dispensa o uso do petróleo durante sua fabricação. A sociedade científica norte-americana premiou o criador do projeto e vai incentivar o aprimoramento das pesquisas, para que o]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Carolina do Sul, descobriu que é possível produzir plástico biodegradável a partir de líquidos extraídos das árvores. O plástico alternativo tem características parecidas com a versão convencional e dispensa o uso do petróleo durante sua fabricação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px;"><span id="more-10443"></span>A sociedade científica norte-americana premiou o criador do projeto e vai incentivar o aprimoramento das pesquisas, para que o material se torne um concorrente viável do petróleo. As experiências indicam que os fluidos das árvores poderão ser utilizados não só para a fabricação de plástico, mas também para substituir os combustíveis fósseis utilizados nos dias atuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Durante os experimentos, Tang descobriu que a seiva dos pinheiros tem uma composição semelhante à do petróleo. Assim, o fluido é submetido a processos químicos de modificação, até que se transforme em um tipo de plástico biodegradável.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria-prima é adquirida por meio do extrativismo vegetal, técnica empregada pela indústria do látex e utilizada para produzir óleos essenciais retirados das árvores das florestas equatoriais e tropicais. A atividade sustentável não causa danos às árvores, desde que seja executada cuidadosamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O plástico ainda está em fase de desenvolvimento para se tornar mais resistente, mas o criador mostra-se confiante em suas pesquisas. “Se conseguirmos estabelecer relações claras das propriedades estruturais, seremos capazes de alcançar os mesmos resultados que agora temos com os polímeros feitos a partir de petróleo”, conclui Tang, que espera produzir um futuro mais sustentável por meio dos fluidos das árvores.</p>
<p style="text-align: left;"><em>(Fonte: Ciclo Vivo / Com informações do InHabitat)</em></p>
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