À primeira vista, o Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal, mais conhecido como PAC, pode parecer um grande avanço para o Brasil, facilitando a chegada do progresso econômico a lugares mais pobres. No entanto, um estudo desenvolvido no Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP traz um novo olhar sobre a iniciativa. Focado nos efeitos do Programa no estado de Rondônia, encabeçado pela construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, a pesquisa constatou que a população carente continua socialmente excluída, e os lucros e benefícios do crescimento se concentram nas mãos de poucos privilegiados.








